Petrobras no Rio Grande do Sul: presença forte no estado apoia desenvolvimento no setor energético, social, cultural e ambiental
Assim como o povo gaúcho, a Petrobras no Rio Grande do Sul é sinônimo de resiliência na geração de energia e apoio ao desenvolvimento.
Refap é o coração da Petrobras no RS.
O Rio Grande do Sul tem uma energia singular. Ela nasce na força do campo, nas cidades que abraçam a inovação, na arte e cultura gaúcha, nas águas do Guaíba e Jacuí. E, claro, no povo que reconstrói a vida mesmo quando o clima coloca à prova toda resiliência do estado.
Essa energia nos nutre, porque o Rio Grande do Sul mostra que a energia do Brasil é diversa e se reinventa diariamente. Nós retribuímos essa energia com segurança energética, apoio às comunidades, ao meio ambiente e à cultura.
Refap: Energia em grande escala, com impacto regional
A Refap (Refinaria Alberto Pasqualini) fica em Canoas e movimenta a economia de todo o Rio Grande do Sul. É chave na garantia de segurança energética regional, sendo resiliente mesmo durante os eventos climáticos extremos, assegurando o fornecimento de produtos essenciais para a região. A refinaria contribui com o abastecimento do mercado gaúcho e parte de Santa Catarina e Paraná, além de outros estados, por cabotagem.
Conheça a capacidade de produção desta refinaria:
- Capacidade de processamento: 32 mil m³/dia de petróleo (ou cerca 200 mil barris por dia.)
- Produz diesel, gasolina, GLP (gás de cozinha), JET (querosene de aviação), nafta petroquímica, óleo combustível, asfalto, coque, enxofre e propeno.
- Opera integrada a uma rede de terminais marítimos, hidroviários e dutos, garantindo fluxo constante de entrada e saída de produtos.
Em 2025, a Refap passou por uma grande parada planejada de manutenção, com o objetivo de preservar a integridade dos equipamentos e a segurança das pessoas, aumentar a eficiência e rentabilidade no processo produtivo e implementar projetos. No mesmo ano, bateu recordes de produção de gasolina e Diesel S10.
Além disso, a redução de gases de efeito estufa é uma prioridade no plano estratégico da Petrobras, e a Refap está alinhada a essas metas. Um dos projetos mais significativos nesse contexto é a motorização de uma grande turbina condensante, responsável por operar como soprador de ar em uma unidade produtora de GLP (gás de cozinha) e gasolina.
Atualmente, essa turbina consome vapor gerado a partir de combustíveis fósseis, mas passará a operar por meio de um motor elétrico interligado a uma rede de 230 kW, aproveitando a matriz energética elétrica limpa do Brasil para promover a descarbonização.
Com previsão de partida até 2030, o projeto permitirá reduzir aproximadamente 200 mil toneladas de CO2 equivalente por ano.
UTE Canoas: segurança energética quando o RS precisa
A UTE Canoas, nossa usina termoelétrica, é um dos ativos mais importantes no Rio Grande do Sul, mas durante as enchentes de 2024, se tornou um elemento ainda mais crítico. Isso porque com as linhas de transmissão caindo e a demanda por energia crítica para hospitais, abrigos e operações de resgate, a UTE realizou um papel essencial.
Ou seja: ela fez a diferença quando o estado enfrentou seu momento mais frágil. E a UTE é projetada justamente para ser resiliente, entregar potência rápida, estável e estratégica nesses períodos críticos.
O RS depende muito de hidrelétricas, mas são fontes sujeitas a clima. A UTE Canoas atua para estabilidade desse tabuleiro, quando:
- eventos extremos (ex.: cheias de 2024),
- chove de menos,
- o vento falha,
- ou quando o sistema nacional precisa realocar carga.
- E como isso é possível?
A UTE Canoas é uma usina bicombustível, podendo operar com gás natural ou óleo diesel, com fornecimento da REFAP. Essa dualidade garante estabilidade mesmo quando o suprimento de gás enfrenta limitações. A usina opera em ciclo combinado, ou seja, uma turbina a gás gera eletricidade e o calor dos gases de exaustão é reaproveitado para gerar vapor. Esse vapor alimenta uma turbina adicional, produzindo mais energia com maior eficiência.
Esse último upgrade realizado em 2015 elevou a capacidade em ciclo combinado para 248,6 MW, aumentando a eficiência global.
A conexão da UTE ao Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorre pela Subestação Canoas II (230 kV) — garantindo despacho rápido quando o operador nacional precisa reforçar a oferta de energia no Sul.
Refinaria de Petróleo Riograndense (RPR): o RS na rota da transição energética
A Refinaria Riograndense coloca o Rio Grande do Sul como território ativo da transição energética justa. Isso porque foi a primeira a produzir combustíveis com conteúdo celulósico, com tecnologia nossa e também realizou testes de coprocessamento de bio-óleo de biomassa com carga mineral e com derivados 100% de óleo vegetal.
Nosso plano é tornar a Refinaria Riograndense a primeira biorrefinaria 100% renovável do Brasil e para isso vamos investir R$ 6 bilhões, com foco em produzir diesel verde e SAF (combustível sustentável de aviação).
E tudo isso através de parcerias, já que nesse ativo temos uma participação societária relevante, e operamos juntamente com a Braskem e Grupo Ultrapar.
Terminais e logística integrada garantem que a energia circule pelo estado
Também estamos presentes no Rio Grande do Sul com os terminais e um sistema de logística integrada da Transpetro, nossa subsidiária. Eles garantem que a energia que produzimos circule pelo estado, abastecendo os diversos setores da economia e sociedade.
TEDUT - Terminal Marítimo Almirante Soares Dutra (Osório/RS)
- Terminal aquaviário que opera duas monoboias.
- Conectado diretamente por dutos à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap).
- Único supridor de petróleo para processamento na Refap.
- Principal supridor de nafta/condensado para o polo petroquímico da Braskem.
- Pode realizar carga e descarga de navios de diesel e gasolina, conforme demanda do mercado.
- Capacidade de tancagem de aproximadamente 800 mil m3.
- Movimentação média de mais de 1,2 milhão de m3 por mês.
- Opera aproximadamente 15 navios por mês.
- Maior unidade operacional da Transpetro na região sul, sendo ponto-chave da segurança logística do refino no Sul.
TENIT - Terminal de Niterói (Canoas/RS)
- Elo entre a Refap e a Lagoa dos Patos, por meio do Rio Gravataí.
- Realiza operações com barcaças, caminhões e dutos.
- Terminal estratégico para escoamento fluvial de óleo combustível da Refap até Rio Grande.
- Capacidade de operação com Diesel S-10, em caso de necessidade da Refap.
TERIG - Terminal Aquaviário de Rio Grande (Rio Grande/RS)
- Terminal mais ao extremo sul do Brasil.
- Armazena diesel, biodiesel, óleo combustível e bunker (VLSFO e VLSB24).
- Capacidade de tancagem de aproximadamente 100 mil m3.
- Realiza operações de cabotagem para saída de óleo combustível da Refap.
- Terminal multimodal, podendo realizar operações com navios, barcaças, dutos e caminhões.
- Posição estratégia para abastecimento de navios com bunker (VLSFO) no porto de Rio Grande.
- Primeiro terminal do Brasil certificado para a fornecimento de VLS B24 (Bunker com 24% de biodiesel).
- Realiza operações de Ship to Ship (STS) atracado entre navios de GLP (gás de cozinha).
- Opera píer público para a Petrobras, onde são movimentados granéis líquidos de diversas empresas da região.
Esses terminais formam o “sistema circulatório” que permite ao RS seguir se movendo.
Rio Grande: A retomada da indústria naval
O Polo Naval de Rio Grande voltou a ocupar um lugar estratégico na nossa logística. Nos últimos ciclos de investimento, assinamos contratos que recolocam o estaleiro em operação e fortalecem toda a cadeia naval gaúcha.
Pelo Programa Mar Aberto, vamos construir cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores, ampliando a autonomia logística e reduzindo a dependência de afretamentos internacionais.
Também contratamos, por meio da Transpetro, o consórcio dos estaleiros Rio Grande (RS) e Mac Laren (RJ) para a construção de quatro navios da classe Handy, usados no transporte de derivados — cada um avaliado em US$ 69,5 milhões.
Com isso, o estaleiro de Rio Grande volta a gerar trabalho qualificado, movimentar fornecedores locais e fortalecer o papel do Sul no mapa naval brasileiro. Um movimento que moderniza nossa frota, aumenta nossa eficiência e apoia a transição energética com embarcações mais seguras e preparadas para o futuro.
Centro de defesa ambiental: resposta rápida a emergências
No litoral norte gaúcho, o Centro de Defesa Ambiental (CDA) – Base Avançada de Atendimento de Imbé é a estrutura organizacional que garante que a resposta da Petrobras a emergências ambientais chegue rápido aonde precisa chegar.
É um ponto estratégico para manter equipes especializadas de prontidão e em regime constante de treinamento, armazenar equipamentos de resposta, apoiar equipes próprias das unidades da Petrobras e Transpetro em campo e organizar operações de monitoramento e contenção. Isso reduz o tempo de deslocamento e aumenta o alcance geográfico das ações, especialmente em áreas mais sensíveis do litoral norte.
Quais os projetos da Petrobras no Rio Grande do Sul?
Apoiamos e estamos à frente de vários projetos nas áreas sociais, culturais e de proteção ambiental no meio ambiente.
Projetos sociais apoiados pela Petrobras
Na esfera social, atualmente apoiamos nove projetos no estado.
1. Educação, segurança alimentar, tecnologia e renda
No entorno da Refap, a Petrobras apoia uma rede de projetos que olham para quem mais precisa: crianças, adolescentes, jovens, adultos em vulnerabilidade, catadores e comunidades impactadas pelas mudanças climáticas.
2. Criança Cidadã – CFTV
Atende 240 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, em Esteio e Canoas, com oficinas socioeducativas, esporte, atividades culturais, apoio psicossocial e fortalecimento de vínculos familiares. Inclui ainda reforma de áreas de convivência, com pista de skate e espaços de lazer.
3. Educar para Crescer – UNISINOS
Forma crianças, adolescentes, mulheres, migrantes, professores e gestores públicos em direitos humanos e justiça socioambiental. Também é responsável por um Parque Naturalizado em Canoas e implantação sistemas agroflorestais nas comunidades, unindo educação, inclusão produtiva e preservação ambiental.
4. Frutos da Terra – Instituto Integrar
Implantou 20 hortas comunitárias e 2 hortas-escola, garantindo segurança alimentar e geração de renda para famílias em situação de vulnerabilidade em Canoas e Esteio. Incentiva práticas sustentáveis e o consumo de alimentos saudáveis.
5. Residência Full Stack – Instituto Eldorado
Já formou 720 jovens e adultos em tecnologia da informação, preparando profissionais de baixa renda para atuar no mercado de TI, um dos setores que mais crescem no país. É inclusão produtiva direto na economia digital.
6. Primeiro Saque – ATTECA
Usa o esporte como porta de entrada para educação e cidadania. Oferece tênis, futebol, capoeira, oficinas culturais, reforço escolar e ações de sustentabilidade para 240 crianças e adolescentes de Canoas e Esteio.
7. Protagonizar para Transformar – ABEFI
Promove cursos de empregabilidade, auxiliar administrativo, gastronomia, estética, formação de educadores sociais, língua portuguesa para imigrantes e empreendedorismo (inclusive digital) em Canoas, Esteio e Novo Hamburgo. A meta é alcançar cerca de 4 mil participantes, gerando renda e combatendo desigualdades.
8. Conexões Sustentáveis – Instituto Pragma
Reestrutura cooperativas de catadores e apoia catadores autônomos em Canoas e Esteio. Oferece qualificação, mobilização social e fomento ao empreendedorismo para 360 catadores, com foco na resposta à catástrofe climática que atingiu o estado e no fortalecimento da reciclagem como fonte de renda e resiliência.
9. Movimento Petrobras pelo Rio Grande
O RS viveu, em 2024, uma das maiores crises climáticas da sua história. Mas agimos rapidamente e continuamos apoiando o estado em sua reconstrução. Destinamos R$100 milhões a serem aplicados entre 2025 e 2026 para aplicação em quatro eixos (meio ambiente, sociedade, relações institucionais e ativos da empresa) dentro do Movimento pelo Rio Grande.
1. Apoio humanitário imediato
- Doações de insumos, água, cestas básicas, combustível e logística emergencial.
- Apoio a abrigos, cozinhas solidárias e rotas humanitárias
2. Reconstrução territorial
- Ações em parceria com prefeituras, organizações e comunidades para reconstrução de estruturas sociais, educacionais e produtivas.
- Priorização de projetos de resiliência climática — como hortas, “cidades-esponja”, agroflorestas e cooperativas sustentáveis.
3. Fortalecimento das comunidades mais impactadas
- Catadores, povos indígenas, crianças e jovens tiveram suas rotinas interrompidas pela crise climática.
- Os projetos apoiados pela Petrobras ajudam não só a recuperar, mas a reconstruir novas formas de viver, trabalhar e produzir.
4. Olhar integrado para clima e energia
No RS, reconstrução não é só erguer paredes, é construir um futuro mais resiliente, com:
- educação ambiental,
- resposta rápida (CDA Imbé),
- políticas comunitárias de drenagem,
- tecnologia social,
- energia segura e preparada para picos climáticos.
Agimos como elo entre território, infraestrutura, ambiente e pessoas.
Quais projetos ambientais a Petrobras apoia no RS?
Os projetos ambientais apoiados por nós no Rio Grande do Sul conectam mar, rios, fauna, povos tradicionais e cidades em adaptação às mudanças climáticas.
1. Projeto Albatroz – Instituto Albatroz
Conserva albatrozes e petréis, aves marinhas que estão entre as mais ameaçadas do planeta. Atua na mitigação da captura acidental na pesca e também na formação de pescadores, produção científica e em políticas públicas de conservação.
2. Ar, Água e Terra – IECAM
Trabalha com territórios indígenas Guarani no estado, recuperando áreas degradadas, implantando roçados tradicionais e sistemas agroflorestais, fortalecendo segurança alimentar, biodiversidade e cultura. Também promove educação ambiental, gestão de resíduos e discussão sobre direitos humanos e equidade de gênero.
3. Corredores Bioclimáticos – Instituto Curicaca
Conserva áreas úmidas na foz da bacia do Guaíba, Delta do Jacuí e bacias dos rios Gravataí e Sinos. Atua para reverter a degradação em regiões pressionadas por urbanização e agropecuária, protegendo florestas alagadas e espécies ameaçadas.
Franca Austral – Instituto Australis
Focado na conservação da baleia-franca, combina pesquisa científica, educação ambiental e participação em políticas públicas. Mantém o Centro Nacional de Conservação da Baleia-Franca e ações de sensibilização com comunidades costeiras.
Verdesinos – Cidades Esponja – Movimento Roessler
Aplica o conceito de “cidades-esponja” em Canoas, Esteio e outros municípios da bacia do rio dos Sinos, implantando soluções baseadas na natureza para manejar águas das chuvas, reduzir alagamentos e aumentar a resiliência urbana frente às mudanças climáticas.
Edital de Soluções Baseadas na Natureza (SBN)
Lançamos, em 2025, um edital voltado a Soluções Baseadas na Natureza, que também contempla ações no Rio Grande do Sul.
O edital buscou projetos que:
- Recuperem ecossistemas,
- Protejam áreas de risco,
- Aumentem resiliência climática,
- Usem a natureza como tecnologia para reduzir impactos de enchentes, erosões e eventos extremos.
Soluções baseadas na natureza significa usar aquilo que a própria natureza faz de melhor para proteger o território, recuperar ecossistemas, melhorar drenagem urbana, reduzir risco de alagamentos, fortalecer biodiversidade, criar barreiras naturais, restaurar áreas infiltrantes e apoiar comunidades que fazem manejo ambiental tradicional.
Tem Petrobras em todo Brasil
Veja como é nossa atuação em outras partes do país.
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