Petrobras no Rio Grande do Sul: presença forte no estado apoia desenvolvimento no setor energético, social, cultural e ambiental

Assim como o povo gaúcho, a Petrobras no Rio Grande do Sul é sinônimo de resiliência na geração de energia e apoio ao desenvolvimento.

Atualizado em 17/04/2026

Postado em 17/04/2026

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O Rio Grande do Sul tem uma energia singular. Ela nasce na força do campo, nas cidades que abraçam a inovação, na arte e cultura gaúcha, nas águas do Guaíba e Jacuí. E, claro, no povo que reconstrói a vida mesmo quando o clima coloca à prova toda resiliência do estado. 

Essa energia nos nutre, porque o Rio Grande do Sul mostra que a energia do Brasil é diversa e se reinventa diariamente. Nós retribuímos essa energia com segurança energética, apoio às comunidades, ao meio ambiente e à cultura. 

Refap: Energia em grande escala, com impacto regional

A Refap (Refinaria Alberto Pasqualini) fica em Canoas e movimenta a economia de todo o Rio Grande do Sul.  É chave na garantia de segurança energética regional, sendo resiliente mesmo durante os eventos climáticos extremos, assegurando o fornecimento de produtos essenciais para a região. A refinaria contribui com o abastecimento do mercado gaúcho e parte de Santa Catarina e Paraná, além de outros estados, por cabotagem.

Conheça a capacidade de produção desta refinaria:

  • Capacidade de processamento: 32 mil m³/dia de petróleo (ou cerca 200 mil barris por dia.)
  • Produz diesel, gasolina, GLP (gás de cozinha), JET (querosene de aviação), nafta petroquímica, óleo combustível, asfalto, coque, enxofre e propeno.
  • Opera integrada a uma rede de terminais marítimos, hidroviários e dutos, garantindo fluxo constante de entrada e saída de produtos. 

Em 2025, a Refap passou por uma grande parada planejada de manutenção, com o objetivo de preservar a integridade dos equipamentos e a segurança das pessoas, aumentar a eficiência e rentabilidade no processo produtivo e implementar projetos. No mesmo ano, bateu recordes de produção de gasolina e Diesel S10.

Além disso, a redução de gases de efeito estufa é uma prioridade no plano estratégico da Petrobras, e a Refap está alinhada a essas metas. Um dos projetos mais significativos nesse contexto é a motorização de uma grande turbina condensante, responsável por operar como soprador de ar em uma unidade produtora de GLP (gás de cozinha) e gasolina.

Atualmente, essa turbina consome vapor gerado a partir de combustíveis fósseis, mas passará a operar por meio de um motor elétrico interligado a uma rede de 230 kW, aproveitando a matriz energética elétrica limpa do Brasil para promover a descarbonização.

Com previsão de partida até 2030, o projeto permitirá reduzir aproximadamente 200 mil toneladas de CO2 equivalente por ano.

UTE Canoas: segurança energética quando o RS precisa

A UTE Canoas, nossa usina termoelétrica, é um dos ativos mais importantes no Rio Grande do Sul, mas durante as enchentes de 2024, se tornou um elemento ainda mais crítico. Isso porque com as linhas de transmissão caindo e a demanda por energia crítica para hospitais, abrigos e operações de resgate, a UTE realizou um papel essencial.

Ou seja: ela fez a diferença quando o estado enfrentou seu momento mais frágil. E a UTE é projetada justamente para ser resiliente, entregar potência rápida, estável e estratégica nesses períodos críticos.

O RS depende muito de hidrelétricas, mas são fontes sujeitas a clima. A UTE Canoas atua para estabilidade desse tabuleiro, quando:

  • eventos extremos (ex.: cheias de 2024),
  • chove de menos,
  • o vento falha,
  • ou quando o sistema nacional precisa realocar carga.
  • E como isso é possível?

A UTE Canoas é uma usina bicombustível, podendo operar com gás natural ou óleo diesel, com fornecimento da REFAP. Essa dualidade garante estabilidade mesmo quando o suprimento de gás enfrenta limitações. A usina opera em ciclo combinado, ou seja, uma turbina a gás gera eletricidade e o calor dos gases de exaustão é reaproveitado para gerar vapor. Esse vapor alimenta uma turbina adicional, produzindo mais energia com maior eficiência.

Esse último upgrade realizado em 2015 elevou a capacidade em ciclo combinado para 248,6 MW, aumentando a eficiência global.

A conexão da UTE ao Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorre pela Subestação Canoas II (230 kV) — garantindo despacho rápido quando o operador nacional precisa reforçar a oferta de energia no Sul.

Refinaria de Petróleo Riograndense (RPR): o RS na rota da transição energética

A Refinaria Riograndense coloca o Rio Grande do Sul como território ativo da transição energética justa. Isso porque foi a primeira a produzir combustíveis com conteúdo celulósico, com tecnologia nossa e também realizou testes de coprocessamento de bio-óleo de biomassa com carga mineral e com derivados 100% de óleo vegetal.

Nosso plano é tornar a Refinaria Riograndense a primeira biorrefinaria 100% renovável do Brasil e para isso vamos investir R$ 6 bilhões, com foco em produzir diesel verde e SAF (combustível sustentável de aviação).

E tudo isso através de parcerias, já que nesse ativo temos uma participação societária relevante, e operamos juntamente com a Braskem e Grupo Ultrapar.

Terminais e logística integrada garantem que a energia circule pelo estado

Também estamos presentes no Rio Grande do Sul com os terminais e um sistema de logística integrada da Transpetro, nossa subsidiária. Eles garantem que a energia que produzimos circule pelo estado, abastecendo os diversos setores da economia e sociedade.

TEDUT - Terminal Marítimo Almirante Soares Dutra (Osório/RS)

  • Terminal aquaviário que opera duas monoboias.
  • Conectado diretamente por dutos à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap).
  • Único supridor de petróleo para processamento na Refap.
  • Principal supridor de nafta/condensado para o polo petroquímico da Braskem.
  • Pode realizar carga e descarga de navios de diesel e gasolina, conforme demanda do mercado.
  • Capacidade de tancagem de aproximadamente 800 mil m3.
  • Movimentação média de mais de 1,2 milhão de m3 por mês.
  • Opera aproximadamente 15 navios por mês.
  • Maior unidade operacional da Transpetro na região sul, sendo ponto-chave da segurança logística do refino no Sul.

TENIT - Terminal de Niterói (Canoas/RS)

  • Elo entre a Refap e a Lagoa dos Patos, por meio do Rio Gravataí.
  • Realiza operações com barcaças, caminhões e dutos.
  • Terminal estratégico para escoamento fluvial de óleo combustível da Refap até Rio Grande.
  • Capacidade de operação com Diesel S-10, em caso de necessidade da Refap.

TERIG - Terminal Aquaviário de Rio Grande (Rio Grande/RS)

  • Terminal mais ao extremo sul do Brasil.
  • Armazena diesel, biodiesel, óleo combustível e bunker (VLSFO e VLSB24).
  • Capacidade de tancagem de aproximadamente 100 mil m3.
  • Realiza operações de cabotagem para saída de óleo combustível da Refap.
  • Terminal multimodal, podendo realizar operações com navios, barcaças, dutos e caminhões.
  • Posição estratégia para abastecimento de navios com bunker (VLSFO) no porto de Rio Grande.
  • Primeiro terminal do Brasil certificado para a fornecimento de VLS B24 (Bunker com 24% de biodiesel).
  • Realiza operações de Ship to Ship (STS) atracado entre navios de GLP (gás de cozinha).
  • Opera píer público para a Petrobras, onde são movimentados granéis líquidos de diversas empresas da região.

Esses terminais formam o “sistema circulatório” que permite ao RS seguir se movendo.

Rio Grande: A retomada da indústria naval

O Polo Naval de Rio Grande voltou a ocupar um lugar estratégico na nossa logística. Nos últimos ciclos de investimento, assinamos contratos que recolocam o estaleiro em operação e fortalecem toda a cadeia naval gaúcha.

Pelo Programa Mar Aberto, vamos construir cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores, ampliando a autonomia logística e reduzindo a dependência de afretamentos internacionais.

Também contratamos, por meio da Transpetro, o consórcio dos estaleiros Rio Grande (RS) e Mac Laren (RJ) para a construção de quatro navios da classe Handy, usados no transporte de derivados — cada um avaliado em US$ 69,5 milhões.

Com isso, o estaleiro de Rio Grande volta a gerar trabalho qualificado, movimentar fornecedores locais e fortalecer o papel do Sul no mapa naval brasileiro. Um movimento que moderniza nossa frota, aumenta nossa eficiência e apoia a transição energética com embarcações mais seguras e preparadas para o futuro.

Centro de defesa ambiental: resposta rápida a emergências

No litoral norte gaúcho, o Centro de Defesa Ambiental (CDA) – Base Avançada de Atendimento de Imbé é a estrutura organizacional que garante que a resposta da Petrobras a emergências ambientais chegue rápido aonde precisa chegar.

É um ponto estratégico para manter equipes especializadas de prontidão e em regime constante de treinamento, armazenar equipamentos de resposta, apoiar equipes próprias das unidades da Petrobras e Transpetro em campo e organizar operações de monitoramento e contenção. Isso reduz o tempo de deslocamento e aumenta o alcance geográfico das ações, especialmente em áreas mais sensíveis do litoral norte.

Quais os projetos da Petrobras no Rio Grande do Sul?

Caixas de donativos de apoio humanitário ao estado do Rio Grande do Sul.
Em 2024, nos juntamos ao Movimento pelo Rio Grande para apoio na reconstrução do estado.

Apoiamos e estamos à frente de vários projetos nas áreas sociais, culturais e de proteção ambiental no meio ambiente.

Projetos sociais apoiados pela Petrobras

Na esfera social, atualmente apoiamos nove projetos no estado.

1. Educação, segurança alimentar, tecnologia e renda

No entorno da Refap, a Petrobras apoia uma rede de projetos que olham para quem mais precisa: crianças, adolescentes, jovens, adultos em vulnerabilidade, catadores e comunidades impactadas pelas mudanças climáticas.

2. Criança Cidadã – CFTV

Atende 240 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, em Esteio e Canoas, com oficinas socioeducativas, esporte, atividades culturais, apoio psicossocial e fortalecimento de vínculos familiares. Inclui ainda reforma de áreas de convivência, com pista de skate e espaços de lazer.  

3. Educar para Crescer – UNISINOS

Forma crianças, adolescentes, mulheres, migrantes, professores e gestores públicos em direitos humanos e justiça socioambiental. Também é responsável por um Parque Naturalizado em Canoas e implantação sistemas agroflorestais nas comunidades, unindo educação, inclusão produtiva e preservação ambiental.

4. Frutos da Terra – Instituto Integrar

Implantou 20 hortas comunitárias e 2 hortas-escola, garantindo segurança alimentar e geração de renda para famílias em situação de vulnerabilidade em Canoas e Esteio. Incentiva práticas sustentáveis e o consumo de alimentos saudáveis.

5. Residência Full Stack – Instituto Eldorado

Já formou 720 jovens e adultos em tecnologia da informação, preparando profissionais de baixa renda para atuar no mercado de TI, um dos setores que mais crescem no país. É inclusão produtiva direto na economia digital.

6. Primeiro Saque – ATTECA

Usa o esporte como porta de entrada para educação e cidadania. Oferece tênis, futebol, capoeira, oficinas culturais, reforço escolar e ações de sustentabilidade para 240 crianças e adolescentes de Canoas e Esteio.

7. Protagonizar para Transformar – ABEFI

Promove cursos de empregabilidade, auxiliar administrativo, gastronomia, estética, formação de educadores sociais, língua portuguesa para imigrantes e empreendedorismo (inclusive digital) em Canoas, Esteio e Novo Hamburgo. A meta é alcançar cerca de 4 mil participantes, gerando renda e combatendo desigualdades.

8. Conexões Sustentáveis – Instituto Pragma

Reestrutura cooperativas de catadores e apoia catadores autônomos em Canoas e Esteio. Oferece qualificação, mobilização social e fomento ao empreendedorismo para 360 catadores, com foco na resposta à catástrofe climática que atingiu o estado e no fortalecimento da reciclagem como fonte de renda e resiliência.

9. Movimento Petrobras pelo Rio Grande

O RS viveu, em 2024, uma das maiores crises climáticas da sua história. Mas agimos rapidamente e continuamos apoiando o estado em sua reconstrução. Destinamos R$100 milhões a serem aplicados entre 2025 e 2026 para aplicação em quatro eixos (meio ambiente, sociedade, relações institucionais e ativos da empresa) dentro do Movimento pelo Rio Grande.

1. Apoio humanitário imediato

  • Doações de insumos, água, cestas básicas, combustível e logística emergencial.
  • Apoio a abrigos, cozinhas solidárias e rotas humanitárias

2. Reconstrução territorial

  • Ações em parceria com prefeituras, organizações e comunidades para reconstrução de estruturas sociais, educacionais e produtivas.
  • Priorização de projetos de resiliência climática — como hortas, “cidades-esponja”, agroflorestas e cooperativas sustentáveis.

3. Fortalecimento das comunidades mais impactadas

  • Catadores, povos indígenas, crianças e jovens tiveram suas rotinas interrompidas pela crise climática.
  • Os projetos apoiados pela Petrobras ajudam não só a recuperar, mas a reconstruir novas formas de viver, trabalhar e produzir.

4. Olhar integrado para clima e energia

No RS, reconstrução não é só erguer paredes, é construir um futuro mais resiliente, com:

  • educação ambiental,
  • resposta rápida (CDA Imbé),
  • políticas comunitárias de drenagem,
  • tecnologia social,
  • energia segura e preparada para picos climáticos.

Agimos como elo entre território, infraestrutura, ambiente e pessoas.

Quais projetos ambientais a Petrobras apoia no RS?

Os projetos ambientais apoiados por nós no Rio Grande do Sul conectam mar, rios, fauna, povos tradicionais e cidades em adaptação às mudanças climáticas.

1. Projeto Albatroz – Instituto Albatroz

Conserva albatrozes e petréis, aves marinhas que estão entre as mais ameaçadas do planeta. Atua na mitigação da captura acidental na pesca e também na formação de pescadores, produção científica e em políticas públicas de conservação.

2. Ar, Água e Terra – IECAM

Trabalha com territórios indígenas Guarani no estado, recuperando áreas degradadas, implantando roçados tradicionais e sistemas agroflorestais, fortalecendo segurança alimentar, biodiversidade e cultura. Também promove educação ambiental, gestão de resíduos e discussão sobre direitos humanos e equidade de gênero.

3. Corredores Bioclimáticos – Instituto Curicaca

Conserva áreas úmidas na foz da bacia do Guaíba, Delta do Jacuí e bacias dos rios Gravataí e Sinos. Atua para reverter a degradação em regiões pressionadas por urbanização e agropecuária, protegendo florestas alagadas e espécies ameaçadas.

Franca Austral – Instituto Australis

Focado na conservação da baleia-franca, combina pesquisa científica, educação ambiental e participação em políticas públicas. Mantém o Centro Nacional de Conservação da Baleia-Franca e ações de sensibilização com comunidades costeiras.

Verdesinos – Cidades Esponja – Movimento Roessler

Aplica o conceito de “cidades-esponja” em Canoas, Esteio e outros municípios da bacia do rio dos Sinos, implantando soluções baseadas na natureza para manejar águas das chuvas, reduzir alagamentos e aumentar a resiliência urbana frente às mudanças climáticas.

Edital de Soluções Baseadas na Natureza (SBN)

Lançamos, em 2025, um edital voltado a Soluções Baseadas na Natureza, que também contempla ações no Rio Grande do Sul.

O edital buscou projetos que:

  • Recuperem ecossistemas,
  • Protejam áreas de risco,
  • Aumentem resiliência climática,
  • Usem a natureza como tecnologia para reduzir impactos de enchentes, erosões e eventos extremos.

Soluções baseadas na natureza significa usar aquilo que a própria natureza faz de melhor para proteger o território, recuperar ecossistemas, melhorar drenagem urbana, reduzir risco de alagamentos, fortalecer biodiversidade, criar barreiras naturais, restaurar áreas infiltrantes e apoiar comunidades que fazem manejo ambiental tradicional.

Tem Petrobras em todo Brasil

Veja como é nossa atuação em outras partes do país.

Petrobras no Paraná: sinônimo de geração de emprego, energia e inovação
Petrobras em Minas Gerais: energia que gera impacto positivo
Petrobras no ES: do primeiro poço marítimo ao pré-sal com apoio a projetos socioambientais
Movimento Petrobras pelo Rio Grande: energia para o RS ser cada vez maior
Bacia de Santos: da inviabilidade de produção aos destaques no pré-sal

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