Produção de fertilizantes contribui com a segurança energética e impulsiona o agronegócio
Entenda como a volta da produção de fertilizantes pela Petrobras fortalece a segurança energética e impulsiona o agronegócio e a indústria brasileira.
Retomada das FAFENs na Bahia e em Sergipe fortalece a produção nacional de fertilizantes e amplia a autonomia do Brasil em insumos estratégicos.
Investimentos de R$ 76 milhões também reforçarão abastecimento de segmentos industriais como papel, tintas e setor têxtil
Tem coisas que ninguém consegue imaginar viver sem, né? Energia, água, comida... Só que tem um produto essencial para garantir muita coisa dessa lista e que o Brasil nem sempre pode contar por perto: os fertilizantes.
Sim, eles são vitais para nossa rotina e economia, mas ainda assim quase 80% de tudo que a gente precisa vem de fora do país.
Mas calma que essa é uma realidade que está mudando, graças ao fortalecimento da produção nacional de fertilizantes, com o apoio da Petrobras.
Quer saber como e por que isso impacta a sua vida? Então, vem com a gente!
Fertilizantes: a base invisível da produtividade e da segurança energética
Se o agro é pop, os fertilizantes são como aquele elemento que quase nunca aparece sozinho no palco, mas que, ainda sim, é essencial para o show acontecer.
Eles estão por trás da produtividade no campo, influenciam preços, ajudam a planejar safras e sustentam boa parte da economia que gira em torno da comida que chega à nossa mesa.
Por isso, falar sobre a produção nacional de fertilizantes é estratégico para todos nós: é mais previsibilidade para o agronegócio, mais segurança energética, mais eficiência e, para melhorar, menos vulnerabilidades às questões externas.
Ou seja, mais do que um insumo agrícola (o que já seria incrível), os fertilizantes também fazem parte de uma cadeia que envolve energia, indústria e logística. Viu só?
Amônia, ureia e ARLA 32: produtos que fortalecem setores essenciais
Quando falamos de fertilizantes, não estamos falando só daqueles insumos que vão no solo para adubar as plantações, tá?
Essa é uma lista que vai, sim, desde a ureia fertilizante, que é essencial para o agronegócio, até a amônia, um elemento que atende diferentes segmentos industriais, como papel e celulose, tintas e setor têxtil.
Outro exemplo bem prático dessa cadeia, e que a Petrobras já produz, é o ARLA 32, componente essencial para ajudar na redução da emissão de gases poluentes liberados pelos veículos a diesel.
Produção nacional de fertilizantes fortalece a cadeia e reduz dependência externa
Apesar de fundamentais para nossa vida, a verdade é que mais de 80% de todos os fertilizantes consumidos no mercado brtasileiro vem de fora, sabia?
Só para se ter uma ideia, por exemplo, até recentemente, praticamente toda a ureia consumida no Brasil era importada, o que tornava o país vulnerável a oscilações externas e gargalos logísticos globais.
Essa é uma boa forma de deixar claro porque produzir localmente os fertilizantes para atender nosso país é fundamental para conquistarmos mais estabilidade no abastecimento e maior segurança para nossa economia.
E é dentro desse contexto, aliás, que entra em cena a retomada da produção nacional de fertilizantes pela Petrobras, em um passo essencial para fortalecermos a capacidade nacional e reduzir a dependência de insumos vindos de fora.
FAFEN Bahia e FAFEN Sergipe em operação
Estamos retomando a produção nacional de fertilizantes, com a reativação das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (FAFENs) na Bahia e em Sergipe.
E o impacto é incrível. Lá em Laranjeiras, Sergipe, por exemplo, a reativação da FAFEN-SE nos ajudará a garantir um salto importantíssimo para a reforçar a produção nacional de amônia, além de garantir uma capacidade de fabricação de 1.800 toneladas de ureia por dia - o que representa aproximadamente 7% da demanda nacional desse fertilizante.
Já na Bahia, a FAFEN de Camaçari produzirá 1.300 toneladas diárias de ureia. Além disso, a planta teve o fornecimento de gás natural, principal matéria-prima do processo, totalmente reestruturado, ampliando o aproveitamento do gás produzido por nossa empresa.
Somadas à Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), no Paraná, essas unidades devem responder por cerca de 20% da demanda total de ureia do Brasil. Na prática, isso significa menos dependência de importações e mais segurança no abastecimento interno.
Valorização do mercado interno e preservação ambiental caminham juntas
A retomada da produção de fertilizantes com as FAFENs também está alinhada a outro ponto-chave vital para todos nós: a transição energética justa, que considera o desenvolvimento econômico e do futuro da energia em conjunto com as realidades sociais e ambientais do país.
Produzir fertilizantes no Brasil, afinal, também significa reduzir longas rotas de transporte internacional, melhorar as pesquisas locais e abrir caminho para uma menor emissão associada ao desenvolvimento da logística e do fortalecimento do mercado interno.
E isso também quer dizer apoiar a redução de impactos ambientais no transporte e dialogar diretamente com os desafios das mudanças climáticas.
Produção nacional de fertilizantes como estratégia de longo prazo
Falar de fertilizantes é falar, portanto, de planejamento e futuro.
Afinal de contas, ao investir na produção nacional de fertilizantes, fortalecemos o abastecimento interno, geramos empregos, ampliamos o uso do gás natural e contribuímos para uma economia mais integrada.
Gostou? Quer entender como iniciativas como essa se conectam à nossa visão de desenvolvimento para o país?
Conheça mais sobre a transição energética justa e descubra como seguimos produzindo a energia que o Brasil precisa, hoje e no futuro.
Leia também
Faça uma busca:
Sugestões de busca
Mais pesquisados
Preço dos combustíveis
Pré-Sal
Time Petrobras
Escolha um Canal:
Navegue nas Seções:
Acessibilidade
Idioma:
Selecione um idioma: