Renováveis

BioRefino: combustíveis sustentáveis em terra, água e ar

Saiba como estamos nos preparando para um futuro de baixo carbono

Estamos nos preparando para a transição rumo ao futuro de baixo carbono, com a ajuda do recurso mais valioso que temos: nossa capacidade de inovar. Graças à capacidade de nossos cientistas, desenvolvemos um diesel com conteúdo renovável à base de matéria-prima abundante na natureza: os óleos vegetais. Moderno e sustentável, esse novo combustível é capaz de reduzir em até 70% as emissões de gás de efeito estufa em comparação com diesel regular - e em 15% quando comparado ao biodiesel convencional.


E o que era um projeto de pesquisa virou estratégia de negócio. Porque inovar com propósito nunca fez tanto sentido como agora. Foi pensando nisso que extrapolamos os limites dos nossos laboratórios para transformar o diesel renovável num dos carros-chefes do nosso Programa de BioRefino, que integra o nosso Planejamento Estratégico para os próximos cinco anos.


Mais que um novo programa de negócios, o BioRefino materializa em nossa estratégia a redução de emissões proporcionada por uma nova geração de combustíveis sustentáveis. Uma frente de atuação que concilia a sustentabilidade ambiental com geração de valor. Isso porque entendemos que seremos competitivos somente se formos capazes de entregar uma energia com baixo custo e baixa intensidade de emissões de carbono.


Ficou curioso? Então conheça as 5 novidades do nosso programa de BioRefino:


1 – O diesel renovável é melhor do que o biodiesel
Por conta de sua maior estabilidade térmica e oxidação, o diesel renovável apresenta maior qualidade no armazenamento e na utilização em motores a diesel. Além dos ganhos ambientais, esse novo combustível não causa danos aos motores, melhora seu desempenho, aumentando, na prática, a vida útil dos veículos – e ainda reduz o custo dos transportes.


2 – Já estamos preparados para produzir em escala industrial
Aguardamos a regulamentação pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para que a parcela desse óleo diesel proveniente do óleo vegetal seja reconhecida como um combustível renovável dentro do mandato brasileiro de biodiesel. Assim que a ANP aprovar essa produção em escala industrial, a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, já estará plenamente preparada para a operação. Testes de produção em larga escala já foram realizados com sucesso na Repar, e apontam para um futuro promissor.


3 – Produziremos também biocombustíveis para a aviação
Estamos nos preparando também para produzir um combustível para aviões com menos emissões de gases de efeito estufa: o bioquerosene de aviação (BioQAV). Ele utiliza as mesmas matérias-primas usadas na produção do diesel renovável. A produção de um combustível estimula a do outro, aumentando a competitividade de ambos e contribuindo para reduzir a poluição do ar, o que é bom para a saúde de todos e para o meio ambiente.


4 – Somos pioneiros na produção de combustível para navios com baixo teor de enxofre
Desde 2019, produzimos bunker (para motores de navio) com teor de enxofre menor que 0,5%. Somos pioneiros na produção desse combustível e a primeira empresa a atender aos critérios determinados pela Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (Marpol). Estamos batendo recordes atrás de recordes em nossas refinarias, sendo a produção atual capaz de suprir toda a demanda do mercado nacional e exportar o excedente.


5 – Já estamos fazendo testes com matéria-prima 100% renovável
A Refinaria de Petróleo Riograndense (RPR) alcançou um marco histórico ao processar, pela primeira vez, 100% de óleo de soja em uma unidade de refino industrial. A tecnologia, desenvolvida no Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação (CENPES) da Petrobras, permite adotar como carga uma matéria-prima 100% renovável, com inovações de processo e catalisador, gerando produtos petroquímicos integralmente renováveis. O processamento de matéria-prima 100% renovável em unidade de craqueamento catalítico fluido (FCC) é o primeiro do mundo.


O sucesso dessa tecnologia, desenvolvida em parceria com a Brasken e o Grupo Ultra, já permite que realizemos estudos para transformar a Refinaria Riograndense na primeira biorrefinaria do Brasil.

 

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