10 tipos de robôs usados pela Petrobras que você precisa conhecer
Descubra como 10 tipos de robôs são utilizados na nossa operação, impulsionando a transição energética para torná-la justa, mais segura e eficiente.
USV Fugro Vaquita, um tipo de robô autônomo usado nas nossas operações.
Somos uma empresa que acredita na tecnologia e na pesquisa como um caminho para inovar, em busca de operações mais eficientes e com menos emissões, tudo isso como parte de uma transição energética justa, que garanta a energia que o Brasil precisa sem deixar ninguém para trás.
E uma grande contribuição nesse processo vem sendo dada pelo uso de drones, robôs e outras ferramentas de automação e controle remoto. Mas você conhece toda a variedade de tipos e modelos de máquinas que estamos usando nessa evolução das nossas operações? Vem com a gente!
Quais são os tipos de robôs usados pela Petrobras?
De drones a robôs que navegam em altas temperaturas, diferentes tipos de robôs já fazem parte das nossas operações. Conheça alguns deles.
1. Drone para monitorar as emissões de metano
Em 2025, iniciamos o uso experimental de drones com sensores acoplados para identificar e medir emissões de metano em áreas maiores. Essa inovação faz parte do nosso compromisso com a iniciativa OGMP 2.0 (Oil and Gas Methane Partnership), da qual fazemos parte desde 2023 e que oficializa nosso foco em reduzir as emissões de metano em nossos processos.
2. Robôs e drones na restauração florestal
Diferentes tipos de robôs também estão sendo desenvolvidos para aumentar a eficiência dos nossos processos de restauração florestal, trazendo mais escala, qualidade e velocidade. Entre eles, estão:
- drones para semeadura;
- robôs para plantio de mudas;
- coletas de amostras;
- estudos de sementes e aditivos;
- uso de inteligência artificial.
O uso desses robôs já mostrou resultados positivos e reforça que o uso dessas tecnologias pode ajudar a remover carbono da atmosfera, melhorar a conservação do solo e auxiliar no aumento da biodiversidade.
3. Drones de transbordo e movimentação
São utilizados para transportar pequenas peças, cargas ou equipamentos de até 25 kg entre plataformas. Esses drones garantem economia de tempo e redução das emissões de CO2 em situações que normalmente poderiam exigir a utilização de helicópteros ou embarcações convencionais.
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4. ROV para limpar cascos e aumentar a eficiência energética
Em 2025, realizamos, de forma pioneira no Brasil, o primeiro teste de limpeza de casco de navios utilizando um ROV. Esse marco reduz a exposição humana a riscos e abre novas possibilidades para avanços tecnológicos no setor.
O uso desse robô para limpar cascos também aumenta a eficiência energética de nossos navios e reduz suas emissões. Na prática, a bioincrustação nos cascos pode aumentar a quantidade de combustível utilizado e aumentar os impactos ambientais, e sua gestão deve ser feita de acordo com as normas da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil, a Normam 401.
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5. Mini-ROV
A sigla ROV significa "Remotely Operated Vehicle" ou "Veículo Remotamente Operado", em português. Esse tipo de robô é um veículo subaquático controlado remotamente, capaz de realizar inspeções visuais e medições de espessura em tanques, tubulações e equipamentos submarinos.
Uma ferramenta que não apenas ajuda a proteger as pessoas das nossas operações, mas também é capaz de oferecer informações detalhadas e essenciais para tomadas de decisão.
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6. Drones para medir espaços confinados e evitar incêndios
O drone é capaz de medir a espessura de estruturas sem a necessidade de acesso físico direto, graças a um dispositivo que prepara a superfície e realiza a medição com ultrassom. Tudo isso comandado por controle remoto, o que reduz a demanda de trabalho humano em locais altos e de difícil acesso.
Também começamos a utilizar modelos de drones para monitorar focos de incêndio próximos às nossas operações, e para auxiliar no treinamento da brigada de incêndio.
7. Drone de inspeção de duto
O Auri Diverless é um tipo de robô usado para inspecionar trechos de dutos debaixo d’água. Isso permite identificar o estado de integridade de forma remota, reduzindo a exposição ao risco.
Na prática, o robô torna as operações ainda mais seguras, já que anteriormente elas eram realizadas por escaladores industriais com acesso por cordas.
8. AUV, o robô que monitora o fundo do mar
Autonomous Underwater Vehicle (veículo subaquático autônomo) é um veículo não tripulado que realiza missões de forma independente, sem controle humano direto, e pode ser usado para pesquisas subaquáticas.
Em outubro de 2023, iniciamos um projeto inovador que une o AUV ao ROV em uma mesma embarcação, uma combinação que representa um avanço significativo na forma como exploramos e cuidamos dos ambientes submarinos. Desde o início do projeto, ele já percorreu mais de 24 mil quilômetros — uma distância de 2x o diâmetro da Terra!
A integração entre o AUV e o ROV traz ganhos importantes para várias atividades submarinas. O AUV oferece mais flexibilidade e eficiência em tarefas como mapeamento do fundo do mar, levantamentos hidrográficos e geofísicos, estudos ambientais e inspeções visuais de dutos e equipamentos submersos.
9. USV elétrico, um robô sustentável e não tripulado
A sigla USV significa Unmanned Surface Vehicle, algo como “veículo de superfície não tripulado”. Esse tipo de robô é uma plataforma de lançamento de ROV elétrico, sem nenhuma tripulação, comandada remotamente a partir de um centro de controle.
Ou seja, não há ninguém embarcado na plataforma e todos os comandos do próprio USV e ROV (robôs composto por propulsores, atuadores e outros subsistemas eletro-hidráulicos) são feitos remotamente em terra. Isso permite reduzir de maneira expressiva a exposição ao risco das pessoas envolvidas.
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10. Robôs móveis para evitar riscos
Já os chamados robôs móveis são máquinas capazes de realizar inspeção e intervenção em locais de grande risco, como tanques e locais altos.
Eles podem ser autônomos ou controlados e aumentam a segurança nas operações por diminuir a exposição humana a riscos, além de gerar economia de tempo para as inspeções.
Por que a Petrobras usa robôs em suas operações?
O uso de diferentes tipos de robôs, desde USV e ROV a drones industriais, trazem diversas vantagens operacionais às nossas operações, como:
- reduzir a exposição de pessoas a áreas de risco;
- melhorar inspeções em ambientes complexos;
- aumentar a eficiência energética e operacional;
- reduzir riscos de incêndio.
Por que os robôs da Petrobras são importantes para a transição energética justa?
A importância do uso de robôs e drones não se limita à operação industrial. Com inovações tecnológicas, também podemos reduzir emissões de gases de efeito estufa, aumentar os esforços de conservação da biodiversidade e, até mesmo, reduzir a quantidade de combustível utilizado em nossas plataformas.
Todos esses robôs servem como exemplo do nosso foco em inovação, sempre na busca por tecnologias que garantam segurança e eficiência paras nossas atividades, mas também reforçam que tudo que fazemos hoje está integrado com a transição energética justa.
Com eles, continuamos nosso compromisso de reduzir as emissões e buscar por estratégias mais sustentáveis, sem deixar de lado a missão de garantir a energia que o Brasil precisa.
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